Os Arranjos Produtivos Locais – APLs constituem empresas organizadas em uma lógica própria de cadeia produtiva e mercado, articuladas para ações de cooperação, capacitação e desenvolvimento mútuo integrado, com apoio de instituições diversas conforme as competências básicas necessárias a esse desenvolvimento. Microempresas e empresas de pequeno porte que participam de APLs têm acesso facilitado a mão-de-obra, novas tecnologias, fornecedores e distribuidores.
A partir do estudo “Potencialidades Econômicas e Competitividade”, realizado em 1998 pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, por iniciativa do Sistema FIRJAN e Sebrae, começaram a ser mapeados os APLs do Estado. O estudo “Arranjos Produtivos Locais”, organizado pelo Sebrae em dezembro de 2001 já identificava a presença, no Estado do Rio de Janeiro, de 61 concentrações de atividades econômicas setoriais: destas, 17 eram consideradas APLs.
Sabe-se que o Estado do Rio de Janeiro apresenta múltiplas vocações regionais e setoriais que, se corretamente mapeadas e desenvolvidas, podem apontar o caminho do crescimento e do desenvolvimento sustentável almejados para o futuro próximo.
Por este motivo, o Sistema FIRJAN atua para o fortalecimento e o desenvolvimento de um Modelo de Governança para os APLs, com o intuito de estimular o crescimento econômico e cria vantagens competitivas para os pequenos negócios. Estas ações estão previstas no Objetivo 9.1 do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro (Fortalecer os Arranjos Produtivos Locais).