Os empresários do Rio de Janeiro decidiram marcar posição na abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional. O Sistema FIRJAN estendeu uma faixa de 50 metros diante do Congresso Nacional, no dia 03 de fevereiro, com o slogan “A redução da jornada de trabalho é mesmo um negócio da China. É pra lá que os empregos vão”.
A faixa é mais uma etapa da mobilização do setor empresarial para neutralizar a pressão sobre os parlamentares exercida pelas lideranças sindicais de trabalhadores no sentido da aprovação da proposta.
Em agosto de 2009, o Sistema FIRJAN coordenou a ida de 250 empresários a Brasília. Foi a maior das comitivas organizadas pelas Federações, em atendimento à convocação da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), como reação ao Projeto de Emenda Constitucional nº231/1995, que prevê, ainda, o aumento do valor da hora extra de 50% para 75%.
Para o presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, “em nenhum lugar do mundo, a redução da jornada gerou novos postos de trabalho. Ao contrário, a medida elevou o custo das empresas e diminuiu a competitividade do país”.
Os empresários do Rio de Janeiro decidiram marcar posição na abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional. O Sistema FIRJAN estendeu uma faixa de 50 metros diante do Congresso Nacional, no dia 03 de fevereiro, com o slogan “A redução da jornada de trabalho é mesmo um negócio da China. É pra lá que os empregos vão”.
A faixa é mais uma etapa da mobilização do setor empresarial para neutralizar a pressão sobre os parlamentares exercida pelas lideranças sindicais de trabalhadores no sentido da aprovação da proposta.
Em agosto de 2009, o Sistema FIRJAN coordenou a ida de 250 empresários a Brasília. Foi a maior das comitivas organizadas pelas Federações, em atendimento à convocação da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), como reação ao Projeto de Emenda Constitucional nº231/1995, que prevê, ainda, o aumento do valor da hora extra de 50% para 75%.
Para o presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, “em nenhum lugar do mundo, a redução da jornada gerou novos postos de trabalho. Ao contrário, a medida elevou o custo das empresas e diminuiu a competitividade do país”.
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