O Observatório Ocupacional Industrial representa uma importante ferramenta que permite aos empresários, profissionais e estudantes melhor orientar seus negócios e carreiras de acordo com os rumos da indústria.
A intenção é melhorar a falta de informações sobre a oferta e a demanda de mão-de-obra industrial no estado, mostrando como está o mercado de trabalho, destacando perspectivas, características, exigências das empresas e distribuição dos empregos formais industriais. Desta forma, são favorecidos tanto os trabalhadores, que podem obter uma visão mais clara do mercado onde atuam ou pretendem trabalhar, quanto as empresas, que não precisarão buscar profissionais fora do estado.
O Observatório Ocupacional Industrial foi construído para atender a ação 34 do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, elaborado em 2006 dentro do objetivo de promover a formação profissional, técnica e superior, alinhada aos pólos econômicos do Estado do Rio de Janeiro. Esta ferramenta é resultado do cruzamento de dados qualitativos, oriundos da sistematização de informações e pesquisas do Sistema FIRJAN, com dados quantitativos da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego.
O Observatório disponibiliza as informações em dois recortes: regional e setorial. No primeiro é possível obter informações da distribuição do emprego formal por setores industriais em determinada região por seus municípios. Observa-se, por exemplo, quantos trabalhadores de determinado setor estão empregados formalmente pelos municípios que compõem a região.
O recorte regional traz também o número de estabelecimentos por atividade e o panorama e as perspectivas atuais de investimentos públicos e privados confirmados para aquela localidade.
Já no recorte setorial, a ferramenta permite saber mais sobre as ocupações e o perfil das atividades industriais desenvolvidas no estado, com dados sobre estrutura ocupacional, caracterização dos trabalhadores, áreas de conhecimento relacionadas e, ainda, panorama e perspectivas do setor.
Por exemplo, escolhendo o setor "Petróleo e Gás", o internauta descobre que é o setor que melhor remunera seus trabalhadores, mas é também o que exige o maior nível de qualificação e formação das ocupações ligadas diretamente a esta atividade: 66% dos trabalhadores ligados à Produção e Manutenção industrial possuem, no mínimo, o Ensino Médio Completo e 14% das ocupações exigem nível técnico. As perspectivas setoriais também são boas e o panorama mostra entrada de novos investimentos. Para quem já está no mercado, os sinais sugerem investir num curso de Especialização.
O Observatório Ocupacional Industrial representa uma importante ferramenta que permite aos empresários, profissionais e estudantes melhor orientar seus negócios e carreiras de acordo com os rumos da indústria.
A intenção é melhorar a falta de informações sobre a oferta e a demanda de mão-de-obra industrial no estado, mostrando como está o mercado de trabalho, destacando perspectivas, características, exigências das empresas e distribuição dos empregos formais industriais. Desta forma, são favorecidos tanto os trabalhadores, que podem obter uma visão mais clara do mercado onde atuam ou pretendem trabalhar, quanto as empresas, que não precisarão buscar profissionais fora do estado.
O Observatório Ocupacional Industrial foi construído para atender a ação 34 do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, elaborado em 2006 dentro do objetivo de promover a formação profissional, técnica e superior, alinhada aos pólos econômicos do Estado do Rio de Janeiro. Esta ferramenta é resultado do cruzamento de dados qualitativos, oriundos da sistematização de informações e pesquisas do Sistema FIRJAN, com dados quantitativos da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego.
O Observatório disponibiliza as informações em dois recortes: regional e setorial. No primeiro é possível obter informações da distribuição do emprego formal por setores industriais em determinada região por seus municípios. Observa-se, por exemplo, quantos trabalhadores de determinado setor estão empregados formalmente pelos municípios que compõem a região.
O recorte regional traz também o número de estabelecimentos por atividade e o panorama e as perspectivas atuais de investimentos públicos e privados confirmados para aquela localidade.
Já no recorte setorial, a ferramenta permite saber mais sobre as ocupações e o perfil das atividades industriais desenvolvidas no estado, com dados sobre estrutura ocupacional, caracterização dos trabalhadores, áreas de conhecimento relacionadas e, ainda, panorama e perspectivas do setor.
Por exemplo, escolhendo o setor "Petróleo e Gás", o internauta descobre que é o setor que melhor remunera seus trabalhadores, mas é também o que exige o maior nível de qualificação e formação das ocupações ligadas diretamente a esta atividade: 66% dos trabalhadores ligados à Produção e Manutenção industrial possuem, no mínimo, o Ensino Médio Completo e 14% das ocupações exigem nível técnico. As perspectivas setoriais também são boas e o panorama mostra entrada de novos investimentos. Para quem já está no mercado, os sinais sugerem investir num curso de Especialização.